terça-feira, 18 de agosto de 2009
Marcos Villa
Morando num lugar violento e não sendo muito forte, desde cedo aprendeu a não chamar atenção, tendo ganhado muito pratica nisso, porém faltava-lhe ambinção, sentido pra vida, o que levou-o a com 16 anos de idade começar a cometer roubos, para evitar ser pego aprendeu com esforço a mexer com o sietema de segurança, viu que era facil.
Foi quando tinha ido para um parque para invadir mansão de um ricaço que morava por perto que sofreu sua primeira mudança, talvez devido a tensão, que já estava no limite; sem entender se escondeu na floresta até que numa noite, com fome, esqueceu o medo e foi procurar o que comer.Os Ukgna então vieram até ele, e explicaram o que ele era, finalmente o mundo fazia sentido, ele agora tinha um objetivo, por isso tratou de dedicar-se a ele de corpo e alma, como um membro dos caçadores, a se tornar um mestre do roubo para recuperar aquilo que pertencia aos garou. por direito. Os caçadores ajudaram ele a fazer um curso especializado de segurança, no qual ele demonstrou seu talento inato para o assunto.
Após esse periodo voltou a viver em Nova Iorque, onde esta tentando rastrear fetiches nas mãos dos servos da wyrm. Agora com um novo nome: Sombra-do-Vento.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Vorash e Drashtar: Os irmão demônios!
Um dia porém a tribo, que vivia de saques e pilhagens foi atacada por um grupo de aventureiros, contratados por um nobre da região e apenas Vorash, Drashtac e mais quatro companheiros sobreviveram, matando os aventureiros, se viram porém, forçados a deixar a própria terra.
Após algumas semanas de viagem aproximaram-se de um feudo, onde viram outros ogres passando, foram levados até o Conde Wllians, onde Vorash ofereceu os serviços de seu pequeno bando a ele.
Pouco depois estorou uma guerra e Vorash e seu bando foram mandados para combater, vendo-se no campo de batalha pela primeira vez, Drashtar finalmente encontrou seu lugar no mundo, um lugar onde teria toda carneficina e sangue que pudesse aproveitar, ele era como um deus-monstro atravessando o campo de batalhas, destruindo os inimigos, desequilibrando a batalha.
Enquanto isso Vorash descrevia um caminho fé e sangue, tornando-se um feiticeiro e um clérigo de poder incomessurável, eles e seu bando tornaram-se peça chave nos planos de qualquer exército ou reino.
Isso incomodava certas pessoas, então um dia foi reunido um grupo de soldados para mata-los e ao seu bando, seu primeiro ataque foi muito efetivo, destruindo metade do seu bando.
A noite eles não sabia o que fazer quando um homenzinho se aproximou dele, dizendo que seu nome era Priam e que poderia ajudá-los, ele exalava uma aura de confiança que fez com que Vorash e Drashtar confiasse nele.
O homenzinho deu algumas instruções e preparou algumas defesas, então quando os soldados inimigos atacaram cairam em diversas armadilhas estratégicas e emboscadas, devastando o exército atacante, Priam então revelou o que queria: Ele era um estrategista e estava atrás de um exército que merecesse sua presença, vendo a força do exército de ogres, ele decidiu que eles mereciam sua força, Vorash e Drashtar o acitaram no bando.
Desde então possivelmente eles são o grupo de Mercenarios mais perigosos e letal que existe no mundo.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Coma para não ser comido!
Quando começou com os roubos maiores (lojas, casas maiores )acabou chamando atenção demais, foi surrado por uma gangue que fazia proteção desse bairro, iria morrer se não tivesse sido encontrado por uma clériga, ela cuidou dele com sua magia e ele se recuperou, ela o convidou até a sua casa, lá eles conversaram durante um tempo, ele contou a ela sua história e trocaram confidências, os dois jovens com hormônios a flor da pele acabaram dormindo juntos, no outro dia acordaram e resolveram morar juntos, sem saber fazer muita coisa, Tim foi virar artista de rua.
Porém isso não dava dinheiro o suficiente e as escondidas voltou a roubar, após alguns roubos bem sucedidos foi visto em um.
No outro dia quando voltou pra casa, encontrou Milly violentada e morta, entrou em desespero total, encontrou um recado dos membros daquela gangue sobre o por que disso ter acontecido.
Entendeu isso como um recado da vida:Esse tipo de felicidade não é pra você, mas não se preocupe voc^pode ainda se diverti! Você sabe o que fazer.
Foi na cozinha pegou uma faca, silenciosamente foi até o esconderijo dos bandidos, um deles estava montando guarda, mas estava sonolento, esgueirou-se.
E num movimento súbito cortou-lhe a garganta, a andrenalina correu-lhe nas veias, a conteve, precisava manter a cabeça fria para aproveitar esse momento.
Estavam todos dormindo, foi no primeiro: esse era um zé ninguém provavelmente um membro novo, apenas rasgou a garganta dele de um lado a outro, esse aqui foi o que me chutou no estômago até eu cuspir sangue,lamina entre as costelas direto no coração.
Dormindo de bruços? Um golpe na nuca e ele num vai ter tempo nem desentir a dor, que chato.
Olha! o caolho idiota que se acha vice lider, esse vai ter um morte especial, não, vai ter que esperar, rasgou a garganta do cara que tava na frente dele.
Chegou perto do caolho, com a faca rasgou o outro olho dele, que acordou gritando, com mais um golpe partiu-lhe o pescoço.
O lider apareceu.
-Desgraçado, você destruiu meu bando, vou te matar!
Sorriu, chutou uma pedra na direção dele, distraido com o ataque permitiu que Tim se escondesse.
Saltou enfiou a faca nas costas dele e ele caiu com a dor, amarrou e tratou para que ele não morresse.
No dia seguinte comprou alguma poção de cura.Voltou ao esconderijo e fez-lo o maldido beber a primeira poção.
O cara acordou e a diversão começou; Cortou três dedos dele, que começou a berrar de dor, furou-lhe um olho, cortou-lhe fora a língua e pós a faca de lado, usou a poção de cura, pegou uma marreta e quebrou os dentes dele, outra poção, cortou-lhe fora ass bolas, outra poção e cortou-lhe os pés com um machado, pegou a faca novamente e começou a esfaquea-lo até ficar completamente coberto com o sangue dele.
E fico ali por horas, dois dias perdeu a noção do tempo,foi quando os corpos começaram a feder, ele não poderia mais estar na cidade, então fugiu, andando pelas estradas, viu o orc trucidando goblins, teve uma idéia, após ajudar a matar todos os goblins (o que achou extremamente diverdido)então fez amizade com o orc e sua acompanhante uma cleriga selvagem e com um certo ladrão que andava por lá também com que se identificou e por isso toma cuidado com ele.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Vanessa Dias, Ladra Toreador
Vanessa Dias, natural de Nova Orleans, é uma descendente de mexicanos que desde pequena teve que aprender a se virar, abandonada pelos pais num orfanato, fez aulas de eletrônica, pensando em encontrar um bom emprego, porém quando ela fez 17 anos um incêndio criminoso causado num prédio ao lado do orfanato o atingiu, destruindo o lugar que era o lar dela, graças ao destino, todas as crianças sobreviveram, as crianças mais novas foram mandadas para outros orfanatos, Vanessa porém, como estava a 2 meses de completar 18 anos não foi aceita, ficando nas ruas.
Com orgulho demais para prostituir-se, ela usou os conhecimentos de eletrônica adquiridos no orfanato e assaltou uma delicatessen, usou o dinheiro para alugar um apartamento velho na periferia da cidade, com uma boa aparência e uma capacidade nata de mentir logo conseguiu entrar em contato com anel criminoso, que em troca de parte do lucro dos roubos oferecia equipamento e proteção.
Por que ela resolveu virar uma ladra? talvez uma mistura de ambição, com inconformismo e a adrenalina dos assaltos...Mas ela tinha uma obsessão: Perfeccionista ao extremo não admitia a menor falha nos seus roubos, por isso de ela sempre trabalhava sozinha.
Seus principais alvos eram as mansões no subúrbio da cidade, onde roubava joias e outras peças de arte, como já havia dito parte ia para seus patrosos na máfia, e o que ficava pra ela, era usado para sobrevivência. Mas vez ou outra uma peça que lhe interessava ficava com ela. Não entendia nada de arte, pesquisava sobre cada peça antes de vendê-la.
Um dia numa das casas de Jazz um amigo falou sobre um ricaço que tinha acabado de adquirir um diamante enorme, que valeria uma fortuna.
Com os olhos brilhando de ambição ela começou a planejar o roubo e em uma semana pôs o plano em prática.
Ela desativou os alarmes, e sem fazer barulho invadiu a casa, atravessou os corredores com velocidade, chegou ao cofre, descoberto por alguns milhares de dólares com um funcionário da empresa de segurança. Um gato miou, assustada Vanessa olhou pra trás, o gato saiu, ela mesmo sentindo que era um mau sinal, continuou, abriu o cofre, e quando ia remover a caixa que protegia a jóia ouviu:
-Basta o gato sair que os ratos fazem a festa, não?
“Droga! fui pega melhor fugir.”
Largou o cortador de vidro que tinha na mão e correu, nem chegou a ver quem falara, na fuga deixou uma bomba para criar uma distração.
Fugiu, cometeu um erro! Foi direto pra casa, só quando chegou lá percebeu o erro, mas já era tarde, ouviu batida a porta, como a encontraram tão rápido? Ignorou, a porta foi derrubada, do outro lado estava um homem negro e careca extremamente massivo, ela levantou-se de um salto e agarrando uma pistola disparou na testa dele, ele foi um pouco pra trás e caiu, mas levantou-se novamente, apesar de surpresa, ela reagiu rápido, pulou pela janela e caiu sobre os sacos de lixo, correu, ouviu a suas costas, disparos vindos da janela do seu apartamento, estava ferrada.
Vagou pelas ruas se escondeu num beco ao lado da casa de jazz que costumava visitar.
Ouviu alguns comentários que a levaram a acreditar que os seus patronos também o caçavam agora, e pra completar aquele cara que levou um tiro na testa sobreviveu?!.
Foi numa lojinha, comprou uma garrafa de bebida, voltou pro beco.
-Isso não é bom, se você beber esse lixo seu sangue não vai ficar com gosto bom.
Quem lhe falou foi um cara que devia ter 26 anos tinha olhos azuis e presas a mostra... Presão?!.
-O que diabos é você.
-Um vampiro sequer saber, mas não que vão fazer diferença a um cadáver, mesmo um cadáver tão bonito.
Ela disparou contra ele enquanto recuava gritando, ele porém esquivou-se das balas com velocidade sobrenatural.
-É uma pena que seja falta de educação brincar com comida...
Ele parou, olhava para chamas com um misto de medo e excitação, a chama de um simples tambor que algum mendigo acendera, ela em fuga derramou a bebida e virou o tambor causando um princípio de incêndio, o vampiro sumira.
Dois meses se passaram nas quais ela cresceu em paranóia, medo, vivendo uma vida de esconderijos e escapadas por um fio.
A destruição e o alarde dessa briga acabou chamando atenção de um certo grupo de vampiros, um pouco mais discretos.
Certa noite ela estava escondida num casarão abandonado quando um figura apareceu das sombras, era um jovem muito belo, não mais que 17 anos de idade, porém ela já não se deixava levar pelas aparências.
-Você um deles não é? Um dos vampiros, você também quer me matar não é? Eu não vou deixar, não vou!
Apontou uma arma pra ele.
Ele se aproximou, e olhou-a bem nos olhos, estranho não conseguia sequer puxar o gatilho, mas não sentia medo, ele retirou a arma de sua mão e ordenou com uma voz suave, quase um pedido.
-Durma!
Quando ela acordou estava num quarto enorme, numa cama muito grade com um edredom.
Uma empregada estava ao seu lado.
-O mestre pediu que usasse esse vestido.
Ela sentia cheiro de armadilha, mas já caira nas garras dos inimigos, e queria saber por que estava ali, dominou os instintos que cultivara nesses dois meses e vestiu a peça, devia ser de algum estilista famoso.
Seguiu por um longo corredor, dois empregados abriram-lhe um enorme porta de madeira de lei.
O mesmo jovem que a capturava esperava em pé ao lado de um senhor de meia idade também de ótima aparência.
A sala era decorada com dezenas de peças de arte, ela reconheceu algumas, fora ela que roubara de outras mansões.
O velho senhor falou:
-Senhorita você gosta de arte?
Ela não sabia o que estava acontecendo, mas resolveu entrar no jogo.
-Gosto bastante, por isso roubo apenas peças de arte. Meu único pesar é não ter tido uma criação que me permitisse saber mais sobre elas.
-Entendo, suponho que reconheces algumas das peças presentes nessa sala ao menos.
-Claro que sim, dezessete quadros dessa sala foram obtidas por mim, e eu as estudavas antes de vende-las para não cometerr erros.
-Oh, então foi você que as recolheu? Incrível! Mas por favor me responda logo por que você estava sendo perseguida por aqueles vampiros.
-Você deve saber não?
-Infelizmente a relação do meu grupo com o deles não é das melhores.
Ela gargalhou.
-Desculpe, mas acho que finalmente vi quão o humano os vampiros são.
-Como assim?
-Não muito diferentes dos humanos, vocês se enfrentam uns aos outros em jogos de poder e influência e não se importam em matar seus iguais para conseguir o que querem.
-Puxa Natan, creio que encontrou uma aliada?
-Mas agora, será que poderia responder a minha pergunta?
-Eu invadi a casa de um ricaço para roubar uma certa jóia, ele me pegou no flagra, depois disso minha vida virou um inferno.
O jovem falou:
-Então você era a ladra das sombras? Você deve ser realmente boa, pois todos estavam achando que você era um membro.
-De fato, suas capacidades são impressionantes, seria um desperdício jogar fora toda beleza e perícia... tenho uma proposta a lhe fazer.
-Pode dizer.
-Vida eterna, poder, estados, uma família, tudo isso em troca de um pouco de sua humanidade e do sol e de sua lealdade.
-Parece ser um bom negócio, não me cheira bem...
-A outra opção é uma morte rápida e uma vala comum.
-Tudo bem eu aceito, mas com uma condição!
-Qual?
-Arte, quero aprender tudo sobre arte.
-Feito.
O velho a tomou nos braços e mordeu sua garganta, mas antes que acabasse de beber todo seu sangue o jovem interrompeu.
-Eu a quero.
-Muito bem Natan, mas vai me dever um favor...
Ele a mordeu e a sugou até secar todo seu sangue, e no momento seguinte a beijou deixando que o sangue escorresse de sua própria língua para garganta dela.
Seu corpo entrou em convulsão enquanto morria até que... ela não sentia nada, nada a não ser aquela fome terrível.
O velho se aproximou com uma jovem nos braços.
-Beba.
Nos primeiro instante apenas deliciou-se com o sabor do sangue, mas depois passou a pensar na pessoa que possuía nas mãos.
-Não se preocupe ela não vai morrer com tão pouco.
Após alguns instantes eles a afastaram dela.
-Você precisa de uma fonte maior querida...
Varias garrafas foram postas ne frente dela, porém o sabor não era o mesmo, quente era bem melhor...
Voltou-se a eles
-E então? Vão me explicar agora o que eu tenho de fazer.
-Bem, é algo bastante parecido com os vampiros mitológicos: você pode morrer pelo sol ou por fogo, estacas no coração não mata, mas paralizam, já o sal grosso, alho ou água esqueça você ainda pode tomar banho, e você precisa de sangue.
-Mas por hora recomponha-se, tome um banho e vá trocar de roupa, temos que apresentar você ao príncipe.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Pecados de Ninguem
Eu passei dois dias depois disso sendo atacado por meus próprios demonios, depois de finalmente me arrender tomei uma decisão, eu pagaria todos os meus pecados, iria proteger todos os que não o pudessem fazer sozinhos com a minha vida, mas mataria apenas quando necessario, acima de tudo, nunca mataria criaturas indefesas, e por isso antes de qualquer luta eu anuncio o porque de eu estar atacando, ofereço uma chance de redenção, para só então , caso isso não der certo, derrubalo, só mato caso a criatura não aprenda com seus erros.
-É eu sei que é uma mudança meio súbita, mas acredite em cada palavra que digo, é tudo verdade.
-Meu nome, eu o abandonei lembra? Não o clamarei de volta até ser digno novamente dele, por enquanto eu não sou nada. Ninguém.
Ninguém ( Scout 6 Ranger 2 Desvixe 4 )
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
O inferno descera ou ele morreu e não percebeu?
Grupo dos Renegados
domingo, 9 de agosto de 2009
Reigner, O cavaleiro do sangue negro
Um dia porém, surgiu um vilão, um Anjo caido ( será? ), chamado Sastion, um ser também chamado de "O Arauto da Terra dos Mortos", alguém capaz de acabar com a vida de alguém com uma palavra, e também capaz de devolver-lhes o movimento com outra, embora a mente fosse perdida para sempre. Ele começõu um reino de terror arrasando cidades inteiras sob seu poder sem nenhuma explicação.
Como não era para menos Reigner iniciou uma cruzada contra esse ser, reunindo velhos amigos e negociando com Reis cujo reino já havia provado a malícia de Sastion. Reuniu um exército partindo então na direção da sede do poder do anjo, Korastica a Necrópole de marfim.
Enquanto isso Sastion, que involuntariamente adquiriu seguidores mortais, continuava sua onda de morte limpa, e falsa ressureição, reunindo uma gigantesca armada na cidade que tomara para sí.
Os deuses pararam de fazer o que normalmente fazem ( o que quer que seja ) para observar a batalha que se formava.
Um dia, sob um céu tempestuoso o exército de Reigner chegou a capital do Arauto da Terra dos Mortos.
E lá os exércitos travaram uma grande batalha, Reigner liderando a armada atacante devastou um avenida inteira de zumbis, abrindo à força seu caminho até Sastion.
Lá chegando eles conversaram mas suas palavras a muito se perderam nas areias do tempo.
E dito que então o cavaleiro sacou sua espada e investiu contra o Anjo, é dito que o anjo gargalhou, e que sua gargalhada pode ser ouvida de toda cidade.
Então se ouviu outra coisa. Apenas uma palavra, uma palavra terrível, e então uma onda negra varreu a cidade, os mais próximos foram fulminados, até mesmo os mortos vivos viraram cinzas, a parte intermédiaria simplesmente caiu completamente morta, seu sangue apodrecido. Todos os outros sentiram um grande peso na alma como se algo que eles amassem muito fosse brutalmente estirpado deles, nunca mais foram o mesmo.
Mas nesse momento algo se levantava na frente de Sastion. Que não acreditava no que via. O cavaleiro levanta-se em sua frente, mesmo tendo estado tão perto da palavra maldita. Mas o pior ainda estava por vir. Quando viu o rosto do cavaleiro, é que notou que havia algo errado, não era um rosto humano, era o fruto de uma união Maculada, nem Sagrado, nem profano, ou melhor sagrado e profano, o que quer que seja aquilo era perigoso, ele tentou fugir, mas o ser agarrou-o e cravou suas presas. O Anjo então foi drenado até desaparecer por completo. O cavaleiro colocou seu elmo de volta.
Sua sede estava saciada, por enquanto.
Dean Thomas
Apenas por causa de seus pais adotivos, Dean foi capaz de ter um final de infância e inicio de adolescência saúdavel, apesar da falta de aptidão social e do temperamento explosivo, controlado a custo, Dean foi capaz de conseguir e, não raramente, tendo que atuar como defensor deles, enganando em lutas injustas que geralmente o fazia voltar para casa coberto de escoriações...
Entendendo o gênio de seu filho, Claude tentou matricula-lo em diversas escolinhas de artes marciais, mas Dean não se agradou de nenhuma delas...Todas pareciam não englobar algo (?) que havia dentro dele.
Ainda sim ele se tornou um bom lutador, só não possuia refino.
Quando tinha 16 anos um acidente de carro lhe privou da companhia dos pais. E ele, abalado, foi enviado para parentes de Sarah, no Canadá: Essa mudança desestabilizou-o ainda mais, porém ele não era o único adotado da casa. Na verdade, com excessão de Lucy, um ano mais nova que ele, os outros três ( Abe 13 anos, Lisa12 anos e Jack 8 anos ) eram adotados e ele acabou rapidamente se adaptando a essa atmosfera familiar, em particular Lucy foi uma das principais responsáveis por isso visto que foi um amor a primeira vista.
Ele voltava para casa junto com ela quando uma gangue de rua os cercou, ele lutou para defendê-la como já tinha feito tantas vezespor amigos, e sua resistência e experiência foram um pouco demais para bandidos comuns. Foi quando um deles puxou uma arma e efetou três disparo, dois deles atingiram Dean, que mesmo ferido, poderia ter continuado a lutar, mas o grito que cortou a rua não foi o seu de fúria, mas o de susto de Lucy.
Dean viu quando Lucy caia ao chão e algo se quebrou dentro dele, e dominado pela raiva, apenas observou. Enquanto a fera que estava em seu interior destroçava o corpo dos bandidos.
Nesse momento, alguém observava.
Do Tédio surge o Prazer.
Se chegou aqui aleatóriamente, pode se considerar uma pessoa de sorte... ou de azar, decida depois.
Se chegou aqui por indicação de algum amigo, é por que esse blog acabou crescendo mais do que eu esperava, se o amigo foi eu esqueça a ultima frase.
Claro que talvez vocês estejam se perguntando o por que do titulo do blog. Se não estiverem é por que já sabem, ou achão que sabem, de qualquer forma lá vai:
Nesse blog eu pretendo despejar todo conteudo (pseudo)literario criado por mim nos ultimos anos, devo dizer que isso é iniciativa de minha mãe que vem guardando todos os meus antigos cadernos em uma caixa empoeirada e eu a agradeço muito por isso. O Tedio, e seu irmão gemeo, o Prazer foram as minhas maiores fontes de inspiração desde sempre, eu escrevo pra me distrair, e com certeza é algo que me da muito prazer, com CERTEZA notarão isso em alguns (senão todos) dos poemas (ou quase isso) que irei por aqui. Bem, conlcuindo eu gostaria que tivessem calma, pois não sou nenhum gênio literário capaz de criar coisas belissimas ou incriveis mas ainda tenho senso de ridiculo.
Ah, e aqueles que jogam rpg: Talvez você vejam algumas coisas bem interessantes por aqui!