terça-feira, 18 de agosto de 2009

Marcos Villa

Marcos Villa era um filho de imigrantes mexicanos que morava na periferia de Nova Iorque, muito inteligente sempre foi um aluno com boas notas, apesar disso fazia o tipo encrenqueiro:fugia das aulas para andar nas ruas, e tinha as piores amizades que uma mãe acharia possível.
Morando num lugar violento e não sendo muito forte, desde cedo aprendeu a não chamar atenção, tendo ganhado muito pratica nisso, porém faltava-lhe ambinção, sentido pra vida, o que levou-o a com 16 anos de idade começar a cometer roubos, para evitar ser pego aprendeu com esforço a mexer com o sietema de segurança, viu que era facil.
Foi quando tinha ido para um parque para invadir mansão de um ricaço que morava por perto que sofreu sua primeira mudança, talvez devido a tensão, que já estava no limite; sem entender se escondeu na floresta até que numa noite, com fome, esqueceu o medo e foi procurar o que comer.Os Ukgna então vieram até ele, e explicaram o que ele era, finalmente o mundo fazia sentido, ele agora tinha um objetivo, por isso tratou de dedicar-se a ele de corpo e alma, como um membro dos caçadores, a se tornar um mestre do roubo para recuperar aquilo que pertencia aos garou. por direito. Os caçadores ajudaram ele a fazer um curso especializado de segurança, no qual ele demonstrou seu talento inato para o assunto.
Após esse periodo voltou a viver em Nova Iorque, onde esta tentando rastrear fetiches nas mãos dos servos da wyrm. Agora com um novo nome: Sombra-do-Vento.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Vorash e Drashtar: Os irmão demônios!

Vorash e Drashtar são gêmeos ogres de uma afastada tribo das montanhas. Quando nasceu Vorash é que chamou a atenção: sua pele azulada denunciava a posse de dons mágicos acima da média. Porém enquanto crescia Drashtar também se tornou capaz, tornando-se o mais poderoso gurreiro da tribo.
Um dia porém a tribo, que vivia de saques e pilhagens foi atacada por um grupo de aventureiros, contratados por um nobre da região e apenas Vorash, Drashtac e mais quatro companheiros sobreviveram, matando os aventureiros, se viram porém, forçados a deixar a própria terra.
Após algumas semanas de viagem aproximaram-se de um feudo, onde viram outros ogres passando, foram levados até o Conde Wllians, onde Vorash ofereceu os serviços de seu pequeno bando a ele.
Pouco depois estorou uma guerra e Vorash e seu bando foram mandados para combater, vendo-se no campo de batalha pela primeira vez, Drashtar finalmente encontrou seu lugar no mundo, um lugar onde teria toda carneficina e sangue que pudesse aproveitar, ele era como um deus-monstro atravessando o campo de batalhas, destruindo os inimigos, desequilibrando a batalha.
Enquanto isso Vorash descrevia um caminho fé e sangue, tornando-se um feiticeiro e um clérigo de poder incomessurável, eles e seu bando tornaram-se peça chave nos planos de qualquer exército ou reino.
Isso incomodava certas pessoas, então um dia foi reunido um grupo de soldados para mata-los e ao seu bando, seu primeiro ataque foi muito efetivo, destruindo metade do seu bando.
A noite eles não sabia o que fazer quando um homenzinho se aproximou dele, dizendo que seu nome era Priam e que poderia ajudá-los, ele exalava uma aura de confiança que fez com que Vorash e Drashtar confiasse nele.
O homenzinho deu algumas instruções e preparou algumas defesas, então quando os soldados inimigos atacaram cairam em diversas armadilhas estratégicas e emboscadas, devastando o exército atacante, Priam então revelou o que queria: Ele era um estrategista e estava atrás de um exército que merecesse sua presença, vendo a força do exército de ogres, ele decidiu que eles mereciam sua força, Vorash e Drashtar o acitaram no bando.
Desde então possivelmente eles são o grupo de Mercenarios mais perigosos e letal que existe no mundo.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Coma para não ser comido!

Foi seguindo este pensamento que Tim Quickhand viveu boa parte de sua vida, ele nasceu na cidade de Lobirdaud, uma das maiores cidades do reino, porém, nasceu pobre crescendo nas ruas, desde pequeno que ele rouba para sobreviver, sendo que o risco de ser pego e tomar uma surra, moldaram seus reflexos, e também o seu caráter, ele é dissimulado, evasivo e oportunista, agarrando qualquer oportunidade que apareça, além de tudo ele é cruel, tentando passar a frente um pouco da miséria que passou.
Quando começou com os roubos maiores (lojas, casas maiores )acabou chamando atenção demais, foi surrado por uma gangue que fazia proteção desse bairro, iria morrer se não tivesse sido encontrado por uma clériga, ela cuidou dele com sua magia e ele se recuperou, ela o convidou até a sua casa, lá eles conversaram durante um tempo, ele contou a ela sua história e trocaram confidências, os dois jovens com hormônios a flor da pele acabaram dormindo juntos, no outro dia acordaram e resolveram morar juntos, sem saber fazer muita coisa, Tim foi virar artista de rua.
Porém isso não dava dinheiro o suficiente e as escondidas voltou a roubar, após alguns roubos bem sucedidos foi visto em um.
No outro dia quando voltou pra casa, encontrou Milly violentada e morta, entrou em desespero total, encontrou um recado dos membros daquela gangue sobre o por que disso ter acontecido.
Entendeu isso como um recado da vida:Esse tipo de felicidade não é pra você, mas não se preocupe voc^pode ainda se diverti! Você sabe o que fazer.
Foi na cozinha pegou uma faca, silenciosamente foi até o esconderijo dos bandidos, um deles estava montando guarda, mas estava sonolento, esgueirou-se.
E num movimento súbito cortou-lhe a garganta, a andrenalina correu-lhe nas veias, a conteve, precisava manter a cabeça fria para aproveitar esse momento.
Estavam todos dormindo, foi no primeiro: esse era um zé ninguém provavelmente um membro novo, apenas rasgou a garganta dele de um lado a outro, esse aqui foi o que me chutou no estômago até eu cuspir sangue,lamina entre as costelas direto no coração.
Dormindo de bruços? Um golpe na nuca e ele num vai ter tempo nem desentir a dor, que chato.
Olha! o caolho idiota que se acha vice lider, esse vai ter um morte especial, não, vai ter que esperar, rasgou a garganta do cara que tava na frente dele.
Chegou perto do caolho, com a faca rasgou o outro olho dele, que acordou gritando, com mais um golpe partiu-lhe o pescoço.
O lider apareceu.
-Desgraçado, você destruiu meu bando, vou te matar!
Sorriu, chutou uma pedra na direção dele, distraido com o ataque permitiu que Tim se escondesse.
Saltou enfiou a faca nas costas dele e ele caiu com a dor, amarrou e tratou para que ele não morresse.
No dia seguinte comprou alguma poção de cura.Voltou ao esconderijo e fez-lo o maldido beber a primeira poção.
O cara acordou e a diversão começou; Cortou três dedos dele, que começou a berrar de dor, furou-lhe um olho, cortou-lhe fora a língua e pós a faca de lado, usou a poção de cura, pegou uma marreta e quebrou os dentes dele, outra poção, cortou-lhe fora ass bolas, outra poção e cortou-lhe os pés com um machado, pegou a faca novamente e começou a esfaquea-lo até ficar completamente coberto com o sangue dele.
E fico ali por horas, dois dias perdeu a noção do tempo,foi quando os corpos começaram a feder, ele não poderia mais estar na cidade, então fugiu, andando pelas estradas, viu o orc trucidando goblins, teve uma idéia, após ajudar a matar todos os goblins (o que achou extremamente diverdido)então fez amizade com o orc e sua acompanhante uma cleriga selvagem e com um certo ladrão que andava por lá também com que se identificou e por isso toma cuidado com ele.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Vanessa Dias, Ladra Toreador

Vanessa Dias, natural de Nova Orleans, é uma descendente de mexicanos que desde pequena teve que aprender a se virar, abandonada pelos pais num orfanato, fez aulas de eletrônica, pensando em encontrar um bom emprego, porém quando ela fez 17 anos um incêndio criminoso causado num prédio ao lado do orfanato o atingiu, destruindo o lugar que era o lar dela, graças ao destino, todas as crianças sobreviveram, as crianças mais novas foram mandadas para outros orfanatos, Vanessa porém, como estava a 2 meses de completar 18 anos não foi aceita, ficando nas ruas.
Com orgulho demais para prostituir-se, ela usou os conhecimentos de eletrônica adquiridos no orfanato e assaltou uma delicatessen, usou o dinheiro para alugar um apartamento velho na periferia da cidade, com uma boa aparência e uma capacidade nata de mentir logo conseguiu entrar em contato com anel criminoso, que em troca de parte do lucro dos roubos oferecia equipamento e proteção.
Por que ela resolveu virar uma ladra? talvez uma mistura de ambição, com inconformismo e a adrenalina dos assaltos...Mas ela tinha uma obsessão: Perfeccionista ao extremo não admitia a menor falha nos seus roubos, por isso de ela sempre trabalhava sozinha.
Seus principais alvos eram as mansões no subúrbio da cidade, onde roubava joias e outras peças de arte, como já havia dito parte ia para seus patrosos na máfia, e o que ficava pra ela, era usado para sobrevivência. Mas vez ou outra uma peça que lhe interessava ficava com ela. Não entendia nada de arte, pesquisava sobre cada peça antes de vendê-la.

Um dia numa das casas de Jazz um amigo falou sobre um ricaço que tinha acabado de adquirir um diamante enorme, que valeria uma fortuna.

Com os olhos brilhando de ambição ela começou a planejar o roubo e em uma semana pôs o plano em prática.

Ela desativou os alarmes, e sem fazer barulho invadiu a casa, atravessou os corredores com velocidade, chegou ao cofre, descoberto por alguns milhares de dólares com um funcionário da empresa de segurança. Um gato miou, assustada Vanessa olhou pra trás, o gato saiu, ela mesmo sentindo que era um mau sinal, continuou, abriu o cofre, e quando ia remover a caixa que protegia a jóia ouviu:

-Basta o gato sair que os ratos fazem a festa, não?

“Droga! fui pega melhor fugir.”

Largou o cortador de vidro que tinha na mão e correu, nem chegou a ver quem falara, na fuga deixou uma bomba para criar uma distração.

Fugiu, cometeu um erro! Foi direto pra casa, só quando chegou lá percebeu o erro, mas já era tarde, ouviu batida a porta, como a encontraram tão rápido? Ignorou, a porta foi derrubada, do outro lado estava um homem negro e careca extremamente massivo, ela levantou-se de um salto e agarrando uma pistola disparou na testa dele, ele foi um pouco pra trás e caiu, mas levantou-se novamente, apesar de surpresa, ela reagiu rápido, pulou pela janela e caiu sobre os sacos de lixo, correu, ouviu a suas costas, disparos vindos da janela do seu apartamento, estava ferrada.

Vagou pelas ruas se escondeu num beco ao lado da casa de jazz que costumava visitar.

Ouviu alguns comentários que a levaram a acreditar que os seus patronos também o caçavam agora, e pra completar aquele cara que levou um tiro na testa sobreviveu?!.

Foi numa lojinha, comprou uma garrafa de bebida, voltou pro beco.

-Isso não é bom, se você beber esse lixo seu sangue não vai ficar com gosto bom.

Quem lhe falou foi um cara que devia ter 26 anos tinha olhos azuis e presas a mostra... Presão?!.

-O que diabos é você.

-Um vampiro sequer saber, mas não que vão fazer diferença a um cadáver, mesmo um cadáver tão bonito.

Ela disparou contra ele enquanto recuava gritando, ele porém esquivou-se das balas com velocidade sobrenatural.

-É uma pena que seja falta de educação brincar com comida...

Ele parou, olhava para chamas com um misto de medo e excitação, a chama de um simples tambor que algum mendigo acendera, ela em fuga derramou a bebida e virou o tambor causando um princípio de incêndio, o vampiro sumira.

Dois meses se passaram nas quais ela cresceu em paranóia, medo, vivendo uma vida de esconderijos e escapadas por um fio.

A destruição e o alarde dessa briga acabou chamando atenção de um certo grupo de vampiros, um pouco mais discretos.

Certa noite ela estava escondida num casarão abandonado quando um figura apareceu das sombras, era um jovem muito belo, não mais que 17 anos de idade, porém ela já não se deixava levar pelas aparências.

-Você um deles não é? Um dos vampiros, você também quer me matar não é? Eu não vou deixar, não vou!

Apontou uma arma pra ele.

Ele se aproximou, e olhou-a bem nos olhos, estranho não conseguia sequer puxar o gatilho, mas não sentia medo, ele retirou a arma de sua mão e ordenou com uma voz suave, quase um pedido.

-Durma!

Quando ela acordou estava num quarto enorme, numa cama muito grade com um edredom.

Uma empregada estava ao seu lado.

-O mestre pediu que usasse esse vestido.

Ela sentia cheiro de armadilha, mas já caira nas garras dos inimigos, e queria saber por que estava ali, dominou os instintos que cultivara nesses dois meses e vestiu a peça, devia ser de algum estilista famoso.

Seguiu por um longo corredor, dois empregados abriram-lhe um enorme porta de madeira de lei.

O mesmo jovem que a capturava esperava em pé ao lado de um senhor de meia idade também de ótima aparência.

A sala era decorada com dezenas de peças de arte, ela reconheceu algumas, fora ela que roubara de outras mansões.

O velho senhor falou:

-Senhorita você gosta de arte?

Ela não sabia o que estava acontecendo, mas resolveu entrar no jogo.

-Gosto bastante, por isso roubo apenas peças de arte. Meu único pesar é não ter tido uma criação que me permitisse saber mais sobre elas.

-Entendo, suponho que reconheces algumas das peças presentes nessa sala ao menos.

-Claro que sim, dezessete quadros dessa sala foram obtidas por mim, e eu as estudavas antes de vende-las para não cometerr erros.

-Oh, então foi você que as recolheu? Incrível! Mas por favor me responda logo por que você estava sendo perseguida por aqueles vampiros.

-Você deve saber não?

-Infelizmente a relação do meu grupo com o deles não é das melhores.

Ela gargalhou.

-Desculpe, mas acho que finalmente vi quão o humano os vampiros são.

-Como assim?

-Não muito diferentes dos humanos, vocês se enfrentam uns aos outros em jogos de poder e influência e não se importam em matar seus iguais para conseguir o que querem.

-Puxa Natan, creio que encontrou uma aliada?

-Mas agora, será que poderia responder a minha pergunta?

-Eu invadi a casa de um ricaço para roubar uma certa jóia, ele me pegou no flagra, depois disso minha vida virou um inferno.

O jovem falou:

-Então você era a ladra das sombras? Você deve ser realmente boa, pois todos estavam achando que você era um membro.

-De fato, suas capacidades são impressionantes, seria um desperdício jogar fora toda beleza e perícia... tenho uma proposta a lhe fazer.

-Pode dizer.

-Vida eterna, poder, estados, uma família, tudo isso em troca de um pouco de sua humanidade e do sol e de sua lealdade.

-Parece ser um bom negócio, não me cheira bem...

-A outra opção é uma morte rápida e uma vala comum.

-Tudo bem eu aceito, mas com uma condição!

-Qual?

-Arte, quero aprender tudo sobre arte.

-Feito.

O velho a tomou nos braços e mordeu sua garganta, mas antes que acabasse de beber todo seu sangue o jovem interrompeu.

-Eu a quero.

-Muito bem Natan, mas vai me dever um favor...

Ele a mordeu e a sugou até secar todo seu sangue, e no momento seguinte a beijou deixando que o sangue escorresse de sua própria língua para garganta dela.

Seu corpo entrou em convulsão enquanto morria até que... ela não sentia nada, nada a não ser aquela fome terrível.

O velho se aproximou com uma jovem nos braços.

-Beba.

Nos primeiro instante apenas deliciou-se com o sabor do sangue, mas depois passou a pensar na pessoa que possuía nas mãos.

-Não se preocupe ela não vai morrer com tão pouco.

Após alguns instantes eles a afastaram dela.

-Você precisa de uma fonte maior querida...

Varias garrafas foram postas ne frente dela, porém o sabor não era o mesmo, quente era bem melhor...

Voltou-se a eles

-E então? Vão me explicar agora o que eu tenho de fazer.

-Bem, é algo bastante parecido com os vampiros mitológicos: você pode morrer pelo sol ou por fogo, estacas no coração não mata, mas paralizam, já o sal grosso, alho ou água esqueça você ainda pode tomar banho, e você precisa de sangue.

-Mas por hora recomponha-se, tome um banho e vá trocar de roupa, temos que apresentar você ao príncipe.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Pecados de Ninguem

-Não, não me agradeça, não faço isso por mérito ou pelas glórias, sou apenas um pecador tentando expiar meus pecados num mundo doente.
-Que pecado? inumeros, sem nome, fui um ser que desceu os mais profundos fossos de maldade e pervesão e agora tento desesperadamente escalar de volta.
-Poético, engraçado, eu sempre achei que apenas o que é bonito é poético, mas creio que também o seja o trágico.
-V0cê quer mesmo saber dos meus pecados? Muito bem vou contar-lhe, não estranharei se depois de ouvi-las você resolva sair correndo daqui e chamar a guardar, também não vou resistir se eles vierem, mas as leis dos homens não me condenam de fato, tudo que fiz estava dentro da lei, e era essa falsa ética que me embriagava. Mas enfim, para você entender a extensão dos meus crimes, vou começar minha história pelos meus primeiros anos.
-Eu nasci numa comunidade nômade, no meio do deserto de Arashnash , é um grande deserto, que fica a muitas milhas daqui, não sei como vocês o chamam.
-Ah, é um bom nome para lá.
-Enfim, minha família liderava essa comunidade, eramos respeitadas por todos, meu pai era um grande guerreiro e minha mãe era uma sacerdotiza de Shakti, a deusa da água, nós viviamos em paz indo de oasis a outros, vivendo de caça e comércio que faziamos com alguns mercadores, foi uma época feliz, em que eu era apenas mais uma criança, brincando com meus dois melhores amigos Krishar, dois anos mais novo que eu e aprendiz de sacerdote, e Van, uma camponesa da minha idade. Mas já naquela época eu demostrava minha má-índole, eu constantemente tortura animais, mesmo que Krishar e Van não falasse comigo enquanto eu o fazia, e minha mãe falar constantemente sobre a importância dos seres vivos.
-Eu fui crescendo, fazia exercícios todos os dias, queria ser forte, mais forte que meu pai, ele era a única pessoa que eu respeitava, mas conforme fui crescendo, esse respeito foi desaparecendo, eu via na época, ele deixar passar mercadores cheios de riquezas ao nosso lado, deixava até eles usarem nossos oásis de graça, na época eu achava isso muito errado, pensava que deviamos matá-los e pegar suas riquezas ou ao menos cobrar bem caro para que eles usassem nossa água, eu não percebia a sabedoria que havia por trás disso, e paguei por isso anos mais tarde, mas ah, se meu único pecado tivesse sido a ignorância!
-Quando eu tinha 14 anos eu vi um mercador se aproximando, como eu estava longe da aldeia resolvi que parecia uma boa idéia e me esguerei em sua direção, quando ele passou saltei do meu esconderijo... e recebi um estocada no peito, mas aparentemente esse viajante tinha mais consciência do que eu, e talvez pelo fato de eu ser um jovem, ele me levou até a minha vila, você acha que eu fiquei agradecido, ha! hoje eu sou, mas naquela época eu briguei com meu pai por ele não ter matado a viajante e gritando que aquela vida não tinha futuro para mim, resolvi sair da vila, fui a minha cabana e comecei a arrumar minhas coisas para a partida, Krishar e Van foram até lá e tentaram argumentar para que eu ficasse, porém eu estava decidido e Krishar resolveu aceitar, porém Van ficou e implorou para que eu ficasse, chegando a declarar que me amava e me oferecer o corpo...Aceitei seu corpo...e parti de madrugad, deixando-a sem honra.
-Eu já esperava essa cara, sim o que fiz foi terrível, mas só o primeiro de uma série de pecados.
-Vaguei por algumas semanas no deserto até que acabou toda minha água e comida e eu não consegui encontrar mais.
Acabei desmaiando, fui encontrado por um bando mercenário, um deles, Heker, resolveu me salvar, descobri algum tempo depois que era por que eu parecia com o irmão morto dele, quando acordei, o lider do grupo Xemi, perguntou se eu gostaria de entrar para o grupo, me explicou o que eles eram, fiquei maravilhado.
-Era tudo que eu sempre quisera: combater e ser recompesado por isso! No bando havia muitos jovens de idade semelhante a minha, como eu sou forte, logo fui aceito entre eles. Nosso grupo era empregado por um exército para fazer missões de baixo calão: Cortar linhas de suprimentos, saquear mercadores de grupos rivais, destruir vilas que não pagavam os impostos, etc. Naquela época eu tinha uma predileção por atacar vítimas de surpresa, e eu não gosto nem de lembrar da quantidade de gente que eu matei, ou prejudiquei intencionalmente, acho que existem poucos crimes que não cometi.
-Como fiquei vivo? bem eu luto um pouco, não sou um guerreiro profissional mas não sou um amador, e nossos alvos eram sempre indefensas. Bema, após dois anos fomos oficialmente admitidos no exército, eramos o infame Batalhão dos Coites, ah, vejo que reconheceu o nome não? pois é, nós causamos muito medo as populações, coisa de que me arrependo muito, sabe o cheiro de sangue nunca sai de você, mas hoje eu o derramo pelas razões certas...Naquela época eu matava lentamente minhas vítimas, adorava vê-las sofrer, isso eu falo para que você entenda a gravidade dos meus erros, hoje em dia eu não suporto ver uma cara de dor, me faz lembrar coisas que...( estremece ).
-Continuando, um dia o reino resolveu se expandir na direção do deserto, é creio que você já sabe o que eu vou dizer, fomos destruindo vilas e acampamentos como sempre fizemos, era um pouco mais difícil pois os acampamentos eram guardados, mas atacavamos como um bando de coiotes famintos e destruiam tudo.
Um dia encontramos o acampamento de meus pais, reconheci-o e fui falar com o comandante, disse que conhecia as pessoas da aldéia, que já tinha morado lá.
Ele perguntou se eu tinha como voltar lá e matar os guardas, disse que não, já que eu era considerado criminoso, além disso, não era necessário só havia um guerreiro protegendo a vila, meu pai, um velho idiota, sim, foram com essas palavras que usei.
Resolvemos atacar a noite, e partimos para cima com a selvageria habitual, porém um surpresa nos aguardava havia uma pequena força de defessa nos esperando, no instante que os vi reconheci alguns homens que meu pai ajudara anos atrás...Bem, a ordem era "matem todos" então enquanto os outros cuidava dos guerreiros, eu e meu grupinho fomos atrás dos moradores do acampamento, não tive nenhum remorso em matar gente que eu conhecia toda a vida, até que em uma cabana protegendo as crianças um jovem de armadura com um machado, assim que um dos meus colegas entrou, teve peito destruido o outro teve um fim rápido parecido, fui enfrentando, nosso duelo durou uns dois minutos, quando então ele me derrubou com um bom golpe, quando estava no chão ele levantou o machado e disse;
-Que vilão, saiba que foi morto por Krishan, servo de Dakhar, nessa hora uma garota apareceu gritando, era Van, ela mostrou que era eu e ele baixou o machado, nesse momento me levantei e cortei a cabeça dele.
Van olhou para mim seus olhos de medo e dúvida, mas as ordens diziam para matar todos...exato, matei o meu melhor amigo e a garota que me amou a ponto de me ofercer sua vida logo depois de ela me salvar, porém, para meu batalhão era tarde, meu pai acabara de matar o capitão de nossa divisão, e nesse momento ele olhou para mim, nesse momento desejei intensamente que ele me xingasse, me batesse, me matasse, qualquer coisa, mas que parasse de olhar para mim daquele jeito, aquele olhar de nojo, desprezo, me fizeram ver a imensidão dos meus erros.
Eu passei dois dias depois disso sendo atacado por meus próprios demonios, depois de finalmente me arrender tomei uma decisão, eu pagaria todos os meus pecados, iria proteger todos os que não o pudessem fazer sozinhos com a minha vida, mas mataria apenas quando necessario, acima de tudo, nunca mataria criaturas indefesas, e por isso antes de qualquer luta eu anuncio o porque de eu estar atacando, ofereço uma chance de redenção, para só então , caso isso não der certo, derrubalo, só mato caso a criatura não aprenda com seus erros.
-É eu sei que é uma mudança meio súbita, mas acredite em cada palavra que digo, é tudo verdade.
-Meu nome, eu o abandonei lembra? Não o clamarei de volta até ser digno novamente dele, por enquanto eu não sou nada. Ninguém.

Ninguém ( Scout 6 Ranger 2 Desvixe 4 )


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O inferno descera ou ele morreu e não percebeu?

Os corpos pendiam, caidos, empalados em estacas de bronze incinerado em grandes fogueiras, apodrecendo pelo chão.
O fedor de podridão misturava-se o de carne queimada, e o contato frio e mole de carne humana sobre ele lhe dava ânsia de vômitos.
Se mexeu um pouco.É todos os membros estavam no lugar, deviam ter queimado seu corpo. Melhor assim, ele ainda lembrava da última vez que fora desmembrado, passou quase um século para reencontrar sua mão esquerda; Riu um pouco, Levantou-se tirando os corpos semi-carbonizados que estavam sobre ele. Quanto tempo passara fora? Provavelmente muito, as fogueiras crematórias já estavam frias, e os corpos podres, apenas o vento espalhava seus odores. Resolveu dar una caminhada, precisava encontrar roupas e também água e comida, bem , não que precisasse disso para continuar vivo, mas ainda sentia fome e sede. Já ficara uma vez, preso a uma tumba durante 20 anos, vinte longos anos sem comer, beber água ou ver a luz do sol, trancado. Ah, ele se lembrava bem, quase enlouquecera, ou será que enlouqueceu? Não fazia diferença, já passara muito tempo desde aquilo. Encontrou uma garrafa de vinho e um grande pedaço de pernil, devia haver alguém de guarda por perto, não importava, a fome era maior, e se ele vinhesse, bem estaria resolvido o problema das roupas.
-Ta certo, você ganhou, porcaria você é muito bom no arco, deveria ter apostado nos d... ué cadê o pernil e o vinho que eu deixei aqui?
-Vai ver um dos mortos voltou a vida e levou.
-Você acha que isso pode ter acontecido?
-Deixe de ser idiota esse tipo de coisa não existe, eu tava só brincando.
-Você acha mesmo, meu primo Joe diz que o irmão de um amigo dele foi atacado por um cadáver a noite e nunca mais foi visto.
-É óbvio que ele estava mentindo.
Atrás de uma parede semi-destruida, ele observava, ótimo roupas! Mesmo que fosse uma armadura de couro fedida de Houston, eram jovens e inesperientes, não durariam três segundos contra ele.
Saiu de trás da pilastra.
-Olá companheiros, poderiam me ceder suas roupas por favor?
Os dois sacaram suas espadas e se viraram para ele.
-Ah, então ai estar o cara que roubou o meu almoço
-Como você disse, ele ainda tava por perto
-Claro estou sempre certo.
-huhuhu, interessante, talvez sejam um pouco mais do que eu pensei, não são tão bons quanto pensam.
-Vê só, o cara se acha. Ei espera ai eu acho que conheço você. Esse cabelo, esses olhos, você é Rajua, o ministro de Kirax!
-Impossível, ele foi destruido pelo aniquilador, junto com essa cidade, eu mesmo acendi a pira crematória deles; Nem mesmo a magia negra poderia traze-lo de volta.
-Existe muito mais coisas no mundo do que você imagina!
-Não interessa, se você voltou vou apenas mata-lo de novo!
Atacou Rajua com sua espada, que ao contrario do que ele calculou o ex-ministro não se desviou do golpe, ao invés disso recebeu-o no estômago e golpeou ele na garganta , com o punho fechado.
-Esperava mais dele. Mas ainda não estava pronto para me enfrentar.
O guerreiro caiu ao chão, pescoço quebrado.
O outro amedrontado largou a espada e apanhou o arco atirando em seguida 3 vezes rapidamente contra o lutador desarmado. Ele apanhou a primeira flecha, quando próxima a seu rosto e mergulhou para o lado desviando da outra. A terceira atingiu-o bem no coração, ele apanhou uma pedra e arremessou na cabeça do soldado, abrindo sua cabeça como ele sabia, escorreu muito sangue, ele foi até lá e percebeu que ele ainda estava vivo, ótimo. A partir da rachadura ele abriu o crânio do jovem e devorou seu cérebro. Não por fome dessa vez, mas algo que aprendera com os Ilithid, absorver as memórias e conhecimentos do outro. Agora ele sabia o por que da guerra. Não era bom, tinha que procurar os outros. Foi até o que estava com o pescoço quebrado e retirou sua armadura. Não era eficiente como as que usava no passado, mas servia até que reencontrasse os outros. Como eles os receberiam?.
Fez uma pequena oração a grande energia divina que movimenta todos, pedindo perdão por derrubar duas folhas da grande árvore.

Rajua ( Guerreiro 8 Ladino 8 Esmagador 10 )
Outros nomes:
O guerreiro serpente
Serpente branca
O último amigo
A serpente imortal ( Entre os poucos que conhecem a verdade ).

Grupo dos Renegados

Johson "Corredor Negro" Matherson

Lider do maior grupo de renegados de Nova York, é figura respeitada em qualquer circulo.
Inimigo declarado do dictum mortus, usa suas habilidades com encorporar e argos para vez ou outra participar de corridas no circuito secreto da cidade onde gerou a lenda do corretor negro.
Obviamente o maior inimigo da hierarquia na cidade, mantem-se imune a ataques diretos devido a sua influência sobre varios mediuns da cidade e sua amizade com a "bruxa de Nova York".


Ravana "Arsenal"

Uma das principais combatentes do clube lápide, ela é uma especialista em formas de destruir aparições, sendo proeminente em Ultrage, Moliar e Usura.
Possui a maior coleção de armas e munições, relíquia da cidade.


"Profeta" Richardson

Possuindo habilidades impressionantes em fatalismo, ele é uma das peças chave do clube lápide, já tendo os tirado de grandes enrascadas por causa dos constantes uso de suas habilidades, sua sombra é muito forte e ela precisa de usos constantes de castigar.


Bob "Biruta" Myners

Medium sob a proteção de Johson possui uma das mentes mais determinadas, brilhantes e sem escrúpulos que já existiu, o irmão dele é um vampiro (Brujah ) que teve uns rolos com uns Giovanni e ele conhece aparições o suficiente para ter um bom panorama do mundo sobrenatural e conhece técnicas de exorcismo e metade das aparições mandadas para destrui-lo terminou em pesadelos.
Ele é considerado perigoso em todos os ciclos que frequenta ( e realmente o é... ).